🌿 1. Eutanásia
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O que é: provocar intencionalmente a morte de alguém para “aliviar” sofrimento.
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Posição da Igreja: nunca é moralmente aceitável.
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Vai contra o mandamento “Não matarás” (Êx 20,13).
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O Catecismo (CIC 2277) diz que a eutanásia é uma “prática moralmente inaceitável”, mesmo quando motivada pela compaixão.
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A vida é dom de Deus, e ninguém pode dispor dela arbitrariamente.
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⏳ 2. Distanásia
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O que é: prolongar artificialmente a vida por meios desproporcionais, mesmo quando não há mais esperança de cura, causando sofrimento desnecessário.
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Posição da Igreja: não é obrigatória.
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O Catecismo (CIC 2278) ensina que é lícito interromper tratamentos médicos desproporcionais ou extraordinários, quando não trazem benefício real ao paciente.
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A Igreja distingue entre “matar” (imoral) e “deixar morrer” (moralmente lícito em certas condições).
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🌸 3. Ortotanásia
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O que é: permitir que a morte siga seu curso natural, cuidando do paciente com dignidade, sem encurtar a vida, mas também sem prolongá-la artificialmente.
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Posição da Igreja: é aceitável e digna.
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Envolve oferecer cuidados paliativos, alívio da dor e acompanhamento espiritual.
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O Papa São João Paulo II e a Pontifícia Academia para a Vida reforçam que “a vida deve ser cuidada até o fim, mas não prolongada a qualquer custo”.
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✅ Resumo final:
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Eutanásia ❌: nunca permitida.
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Distanásia ⚠️: não obrigatória (pode ser evitada se só prolonga sofrimento).
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Ortotanásia ✅: aceita, pois respeita a dignidade humana e o curso natural da vida.